Para Educadores

(professores de todas as áreas, inclusive educação não-formal)

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 Teatro para Educadores

O quê? Como? Para quê? Preparar aulas pode ser entendido como criar uma peça: a escolha do tema, do texto, elementos de cena, climas, preparação do corpo e da voz, a relação com o público e o improviso. O treinamento do teatro possibilita o aprofundamento destas e tantas outras ferramentas a serem usadas em sala de aula, tanto para o desenvolvimento profissional, quanto para uso didático do teatro durante a aula. Esta oficina propõe o encontro de educadores de todas as áreas para trocas de experiências através do fazer teatral, jogos de improviso, compartilhamento de técnica vocal e processos criativos.

Para quem? Educadores de todas as idades

Por quanto tempo? 1 semestre

Quando? 2 sábados por mês das 9h às 13h (datas: 7/04, 21/4, 12/05, 26/05, 16/06, 30/06)

Quanto? R$ 150 por mês*

Quem? Cristiane Lima é atriz, arte-educadora e costureira. Formou-se em Licenciatura em Artes Visuais na FAMEC (2009), e concluiu Curso de Teatro Profissionalizante pelo Instituto de Educação Costa Braga (2006). Compôs a Brava Companhia (2008-2017) e é integrante do grupo de teatro Madeirite Rosa, onde pesquisa teatro na sociedade e criação no processo colaborativo. Também é articuladora da Rede Brasileira de Teatro de Rua. Realizou diversas formações em espaços como escolas, SESC e ocupações culturais.

O mal-estar na escola: Privatização dos conflitos e estratégias coletivas

O quê? Como? Para quê? Consideramos que os efeitos desastrosos da precarização das condições do trabalho escolar são frequentemente compreendidos como de responsabilidade individual do educador ou do estudante, visando retirar a dimensão política e social desta problemática. Os efeitos subjetivos desse processo se expressam no adoecimento e sofrimento psíquico desses sujeitos. As formas de resistência a essa degradação do processo educativo são, na maior parte das vezes, tratadas como déficits ou patologias, transformando as tensões e contradições presentes no trabalho escolar em problemáticas familiares ou individuais.

Procurando constituir um espaço de reflexão entre educadores de escolas públicas e privadas sobre suas práticas, abordaremos os processos de constituição subjetiva e a passagem adolescente, a potência dos laços horizontais, os impasses e distinções entre concepções de grupos e coletivos, incluídos na cena sociopolítica, contando com uma interlocução entre os saberes da psicanálise, da pedagogia e das ciências sociais, através de Seminários Teóricos e de Rodas de Conversa.

24/03 – Constituição subjetiva e laço social e a noção familiarista na escola (Ana Paula Musatti Braga)

21/04 – Grupos, coletivos, massa e multidão e o papel do professor (Luis Braga e Maurício Porto)

12/05 – Condições do trabalho docente como produtoras de adoecimento e sofrimento psíquico: patologização e medicalização do educador (José Maria Sales, Vinícius Boim e Sandra Alencar)

16/06 – Criminalização e Judicialização do conflito (Maria Cristina Vicentim)

18/08 – Estratégias de enfrentamento à medicalização da infância: percursos no Serviço de Psicologia Escolar da USP (Adriana Marcondes)

15/09 – Adolescência: da cena familiar à cena social (Miriam Debieux Rosa)

20/10 – Devir adolescente e de todos nós (Peter Pal Pelbart)

10/11 – Da privatização do conflito às estratégias coletivas frente ao mal-estar na escola: a potência do comum (Educadores do Núcleo de Relações Escolares da Arco)

Para quem? Educadores e demais interessados de todas as idades

Por quanto tempo? 1 ano

Quando? 1 sábado por mês das 9h às 12h (24/03, 21/04,12/05, 16/06, 18/08, 15/09, 20/10 e 10/11)

Quanto?  R$ 60,00 por mês*

Quem? Educadores do Núcleo de Relações Escolares da ARCO e convidados

Luis Braga é pedagogo com formação em psicanálise, grupos e instituições. Ainda na década de 1970 foi professor de escola técnica estadual e de cursos para alfabetização de adultos. Atuou em Hospital-dia e supervisor na rede municipal de saúde. Foi membro fundador do Núcleo de Estudo e Prática de Grupos (Instituto de Psicologia da USP). Atuou como professor da rede municipal de ensino por curto período e integrou por vários anos no Conselho de Escola da EMEF Desembargador Amorim Lima, tendo sido um dos criadores e professor do curso pré-vestibulinho, entre outras atividades.
Ana Paula Musatti Braga é psicanalista desde 1991 com formação em grupos em instituições e membro do Laboratório Psicanálise e Sociedade da USP desde 2004. Fez parte do Conselho Pedagógico e do Grupo de Estratégias em Educação de 2004 a 2010 na EMEF Amorim Lima, coordenando grupo com adolescentes, oficinas com crianças e reuniões com educadores. Desde 2004 supervisiona equipes que trabalham em Abrigos, Centro de Defesa da Criança e do Adolescente e nos Centros de Atenção Psicossocial. No doutorado, pesquisou as articulações entre a psicanálise e desigualdade racial, tema do seu pós-doutorado em curso.
Fabio Luís Ferreira Nóbrega Franco é psicanalista, mestre em Filosofia pela Universidade de São Paulo, com estágio na Université de Paris VII. Atualmente, conclui o doutorado em Filosofia (também na USP). Foi coordenador do Ensino Médio da Escola Alef, onde é professor de Filosofia no Ensino Médio. Como consultor da UNESCO na Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e, depois, como Assessor Político da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura de São Paulo, desenvolveu políticas públicas para o enfrentamento do desaparecimento de pessoas.
Joana Sampaio Primo é psicóloga, formada no Instituto de Psicologia da USP e mestre em Psicologia Social pela PUC-SP. Trabalha com educação desde 2011, iniciando este percurso no Cursinho Popular da Psico (IPUSP). Faz parte do Núcleo de Psicanálise e Política da PUC e do Laboratório de Política e Sociedade da USP, ambos coordenados pela professora Miriam Debieux Rosa. Atualmente trabalha na área de orientação de uma escola particular de São Paulo.
Mauro Pontes é assessor para o ensino de Ciências, professor de Ciências e de Tecnologi no Ensino Fundamental II do Colégio Equipe. Formado em Física pelo Instituto de Física de São Carlos-USP, mestre em Ciências pelo IFUSP e licenciado em Ciências pela USP. Começou a trabalhar com educação em 1999 e atuou como professor de Física, Matemática e Ciências em escolas públicas, privadas e cursinho popular.

 

valor que possibilita cobrir os custos das oficinas,  contribuir com a continuidade da Arco e viabilizar a participação de alunos que não possam arcar com o valor integral. Entre em contato.

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