Para Toda Comunidade

(interessados em geral, mães/pais/ responsáveis, moradores do bairro)

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Matemática para Pais

O quê? Como? Para quê?

Os encontros têm entre seus objetivos, socializar junto aos pais, os desenvolvimentos recentes da pesquisa sobre processos e dificuldades de aprendizagem, sobre métodos e conteúdos de ensino. A perspectiva adotada é a de uma “Matemática para todos”, em que todos podem e têm direito a desenvolver suas capacidades cognitivas para que sejam matematicamente saudáveis hoje e na vida adulta.

Dentre os vários temas a serem abordados discutiremos: os conteúdos mais “encrencados” do currículo com suas dificuldades intrínsecas; a ansiedade matemática, muitas vezes provocada por pressão social; crenças e concepções errôneas; o erro como um evento algo natural no processo de ensino. O erro será tratado de modo especial considerando os diversos fatores que o geram, mas que de nossa perspectiva são tratados como oportunidades de aprendizagem por meio da reflexão crítica, das atividades de natureza metacognitiva e das interações num ambiente cooperativo de reflexão e produção coletiva.

O curso se configurará também como um espaço de socialização de experiências dos pais por meio de suas reflexões e inquietações seja como alunos da escola básica que foram ou por suas experiências como profissionais que usam ou precisam usar a matemática no seu dia a dia.

Para quem? Mães, pais ou responsáveis e interessados em geral.

Por quanto tempo? 3 encontros

Quando? Sábados das 9h às 12h (10/03, 24/03 e 14/04)

Quanto?  R$ 60 por encontro (o primeiro é gratuito) *

Quem? Antonio José Lopes (Bigode) é professor de Matemática e jornalista, licenciado pelo IME-USP e doutor em Didática da Matemática pela Universidade Autônoma de Barcelona, pesquisador em  currículo e metodologia da matemática e em processos de aprendizagem. Também é autor de livros didáticos (Matemática do Cotidiano), de metodologia da Matemática e da série para a TV Escola “Matemática em Toda Parte”.

 

Corpo e Danças Populares Brasileiras  

O quê? Como? Para quê? Sabendo que o lúdico, a diversão faz parte da nossa essência e que nos fortalecemos a partir do encontro com o outro, vivenciaremos danças da nossa matriz brasileira com o intuito de promover a interação, troca de experiências e o resgate dos valores culturais e sociais que foram diluídos nos últimos tempos. Por meio de jogos interativos, trabalharemos com as danças brasileiras distribuídas por ciclos. Essa vivência é aberta para todo o público dançante profissional ou não, pois é nessa perspectiva que encontraremos os laços que nos possibilita à experiência. Trabalharemos: consciência corporal pelo método Reeducação do Movimento e Técnica Silvestre; Ciclo Carnavalesco: Frevo e Caboclinho; Ciclo Junino: Jongo e Coco; Ciclo Natalino: Dança dos Arcos; Maculelê e Dança Afro.

Para quem? Crianças, jovens e adultos a partir de 11 anos.

Por quanto tempo? 1 semestre

Quando? Quintas das 17h às 18h30 (início previsto para 15/03)

Quanto?  R$ 150 por mês*

Quem? Silvana de Jesus possui pós-graduação em História e Cultura Afro-brasileira e Indígenas, em Dança e Consciência Corporal e é graduada em Educação Física pela Uninove. É professora de Danças Brasileiras na Escola de Dança de São Paulo e há 13 anos vem ministrando aula em centros culturais, grupos de dança, projetos sociais e formação de professores na área dança. Além de arte educadora é bailarina profissional. Dançou na Cia. de Ivaldo Bertazzo, Cia. Antônio Nóbrega de Dança, OMSTRAB, Cia. Brasílica entre outras. Atualmente, como artista, é assistente de direção e intérprete criadora no Grupo Batakerê e bailarina no grupo Gumboot Dance Brasil.

 

Teatro investigativo

O quê? Como? Para quê? O teatro tem muitas funções, uma delas é a investigação dos limites e potências do próprio corpo, das palavras, das imagens e suas intervenções no meio onde atuamos. A proposta desta oficina é partilhar ferramentas do fazer teatral, num ambiente criativo e de experimentação, através de jogos e práticas de corpo, voz e encenação. Ela tem o intuito de investigar temas e contradições da realidade, que surjam com estímulo do texto de um panfleto distribuído durante a Alemanha Nazista chamado ‘Cinco dificuldades de escrever sobre a verdade’, de Bertold Brecht, para a criação de materialidades cênicas.

Para quem? Interessados a partir de 15 anos

Por quanto tempo? 1 semestre

Quando? Quintas das 18h às 21h30 (início previsto para 15/03)

Quanto?  R$ 260 por mês*

Quem? Cristiane Lima é atriz, arte-educadora e costureira. Formou-se em Licenciatura em Artes Visuais na FAMEC (2009), e concluiu Curso de Teatro Profissionalizante pelo Instituto de Educação Costa Braga (2006). Compôs a Brava Companhia (2008-2017) e é integrante do grupo de teatro Madeirite Rosa, onde pesquisa teatro na sociedade e criação no processo colaborativo. Também é articuladora da Rede Brasileira de Teatro de Rua. Realizou diversas formações em espaços como escolas, SESC e ocupações culturais.

 

Laboratório sonoro

O quê? Como? Para quê? O que é música? Ao longo da oficina, experimentaremos responder a essa pergunta de diversas formas, apoiados no trabalho de diferentes compositores contemporâneos e no diálogo entre a música e outros campos da arte, como as artes plásticas e o teatro. Iremos explorar os sons do cotidiano e dos objetos ao redor; investigar possibilidades de tocar instrumentos de formas não convencionais; gravar, manipular e sintetizar sons eletronicamente; pensar a dimensão espacial do som na produção de instalações sonoras; e trabalhar com a dimensão performática da música, que a aproxima do teatro. Até o fim do semestre, realizaremos intervenções no espaço da Arco e no entorno.

Para quem? Crianças, jovens e adultos a partir de 11 anos com ou sem conhecimentos prévios em música

Por quanto tempo? 1 semestre

Quando? Quintas das 18h às 20h (início previsto para 15/03)

Quanto?  R$ 200 por mês *

Quem? Leonardo Cordeiro é percussionista, com experiência em grupos de música erudita e popular, e cursa o mestrado em filosofia na USP. Trabalha em sala de aula com ambas as áreas no Colégio Equipe.

João Seckler é pianista e estudante de filosofia na FFLCH-USP. Cursou piano popular na EMESP em 2017 e desenvolve software musical amador (github.com/joaoseckler).

Verônica Rosa cursa licenciatura em Música na USP e atualmente estagia na área de educação do Instituto Moreira Salles. Já participou de diversos grupos musicais, entre orquestras e grupos de câmara.

 

Construção de Biblioteca de Livros de Pano – Contos de Sabedoria

O quê? Como? Para quê? Este ateliê visa disponibilizar para a escola uma biblioteca vertical de livros de pano contendo contos de sabedoria. Estes contos representam uma riqueza cultural que transcende as fronteiras e o tempo. São alimentos para a reflexão e para discussão. O livro de pano propõe uma relação diferente com o objeto-livro: outro peso, outra textura, outra sensação de durabilidade, outra noção de tempo.

Para quem? Crianças, jovens e adultos a partir de 11 anos

Por quanto tempo? 1 semestre

Quando? Segundas das 10h às 12h (início em 2/04)

Quanto?  R$ 170 por mês*

Quem? Gilliane Ingratta Góes tem 68 anos e é professora de francês, artesã e buscadora autodidata. Recolhe contos de sabedoria há vários anos. Desenvolveu alguns recursos de arte terapia, entre eles “A Rede dos Ancestrais” e “O Tecido da Vida”.

 

Debates sobre a África em inglês

O quê? Como? Para quê? Curso livre semanal de inglês para níveis intermediário e avançado, através de conversas sobre temas culturais africanos. Mensalmente haverá um convidado africano para debates com o grupo.

Para quem? Interessados a partir 16 anos

Por quanto tempo? 1 semestre

Quando? 1 sexta-feira por mês das 14h30 às 16h30 (início previsto para 16/03)

Quanto? R$ 50 por encontro *

Quem? Convidados e Kim Cober é formada em psicologia, atua como coordenadora e professora nativa de inglês há 30 anos. Atua numa escola pública de Ensino Fundamental há 10 anos, participando do Conselho Pedagógico, das relações com a comunidade e da organização de festas tradicionais. Trabalha no atendimento e acolhimento de refugiados e coordena uma escola de idiomas numa ONG de refugiados.

 

História do ‘Nuevo Cine Latinoamericano’: filmar um continente à contrapelo

O quê? Como? Para quê? A proposta desta oficina é introduzir o que chamamos de “cultura cinematográfica”, ou seja um processo de formação e aproximação de uma conjunto amplo de obras fílmicas,  incorporando a cinefilia, o cineclubismo e a reflexão prática do filmar, centrado nas temáticas e debates do Nuevo Cine Latinoamericano e na história política, social e cultural do continente nos anos 50-60-70. Entre tantos assuntos que serão abordados, a ideia é fazer um amplo percurso para revisitar esta memória clandestina tão esquecida dos massacres, das vozes insurgentes e dos olhares de rebeldia que formaram uma estética poética e política, de cineastas que pensaram um cinema “junto ao povo”. E, ao final, pensar temáticas, organizar um roteiro e realizar uma prática de filmar alguns curtas, pensando nas formas e maneiras alternativas de filmar o continente a contrapelo, na proposta coletivista e engajada, propugnada pelo Nuevo Cine dos anos 60.

Para quem? Interessados a partir 16 anos

Por quanto tempo? 1 semestre

Quando? Quartas das 18h às 21h30 (início previsto para 14/03)

Quanto?  R$ 265 por mês *

Quem? Nicolau Bruno de Almeida é formado em filosofia, mestre e doutor em história, teoria e crítica do audiovisual pela USP, contemplado por um período de estudos na França, junto à École des Hautes Études en Sciences Sociales. Professor, tradutor e autor de ensaios, foi produtor e curador de mostras de cinema como a “Jorge Sanjinés: cinema junto ao povo – política, memória e resistência indígena na Bolívia” (2017) e do “Festival Latino americano de la Clase Obrera” (2006). Realizou e colaborou com diversos vídeos, entre eles “O pinheirinho é do povo – crônicas do terrorismo de Estado”, “Rosa Luxemburg, a arquitetura da flor” e “Uma rua chamada teatro”.

 

Panos e Prosas

O quê? Como? Para quê? Encontros para troca de saberes. Desenvolvendo a cada dia uma temática diferente com convidados que queiram partilhar um pouco de sua técnica, história e experiência. Partiremos da estamparia manual para criação de tecidos personalizados e compartilhamento de técnicas de amarração de tecidos para bolsas, roupas e acessórios.

Para quem? Interessados de todas as idades

Por quanto tempo? 1 semestre

Quando? 2 sábados por mês das 9h às 13h (24/03, 14/04, 5/05, 19/05, 9/06, 23/06)

Quanto?  Contribuição Voluntária

Quem? Convidados e Cristiane Lima é atriz, arte-educadora e costureira. Formou-se em Licenciatura em Artes Visuais na FAMEC (2009), e concluiu Curso de Teatro Profissionalizante pelo Instituto de Educação Costa Braga (2006). Compôs a Brava Companhia (2008-2017) e é integrante do grupo de teatro Madeirite Rosa, onde pesquisa teatro na sociedade e criação no processo colaborativo. Também é articuladora da Rede Brasileira de Teatro de Rua. Realizou diversas formações em espaços como escolas, SESC e ocupações culturais.

 

Jornal Comunitário

O quê? Como? Para quê? Oficina com frequência semanal, com duração de três meses: um mês para enfoque teórico e pesquisa, um mês para produção e um mês para finalização, edição, diagramação e impressão. A ideia é fazer um jornal que possa interessar aos habitantes do bairro, com serviços, produção de moradores, etc.

Para quem? Jovens e adultos a partir de 14 anos

Por quanto tempo? 3 meses (com possibilidade de continuidade)

Quando? Segundas das 19h às 21h (início em 19/03)

Quanto?  Contribuição Voluntária

Quem? Luis Braga é pedagogo com formação em psicanálise, grupos e instituições. Ainda na década de 1970 foi professor de escola técnica estadual e de cursos para alfabetização de adultos. Atuou em Hospital-dia e supervisor na rede municipal de saúde. Foi membro fundador do Núcleo de Estudo e Prática de Grupos (Instituto de Psicologia da USP). Atuou como professor da rede municipal de ensino por curto período e integrou por vários anos no Conselho de Escola da EMEF Desembargador Amorim Lima, tendo sido um dos criadores e professor do curso pré-vestibulinho, entre outras atividades.

Danielle Maciel é doutoranda e mestre na área de Cultura, Comunicação e Cidadania pela ECA-USP; Formada em Letras pela FFLCH-USP, atuou com formação de professores, jovens e crianças em cursos e oficinas de Literatura, Multimídia e Produção Audiovisual e realizou diversos projetos de cultura e comunicação em escolas públicas, movimentos sociais e associações de bairros. Foi supervisora Artístico-Pedagógica no Programa Fábricas de Cultura e professora de Língua Portuguesa na ETEC Jornalista Roberto Marinho.

Martim de Carvalho Leicand é formado em Comunicação em Multimeios pela PUC-SP. Atua como professor desde 2010 quando começou a dar aulas de construção de brinquedos e invenções para crianças. Desde 2011 dá aulas para o Ensino Fundamental II do Colégio Equipe, incluindo as disciplinas de Tecnologia e Multimeios. A partir de 2016 é responsável por Projetos de Ciências no Ensino Fundamental I da Escola Arraial das Cores. Também ministra oficinas extra-curriculares de construção em ambas as instituições.

 

Noites Científicas

O quê? Como? Para quê? Uma hora e meia conversando sobre Ciências Naturais e Matemática com gente interessada e profissionais da área uma vez por semana. Esta é a proposta da oficina gratuita que queremos implementar na Arco a partir de 2018. Partindo de assuntos em voga, publicações recentes, eventos naturais marcantes ou até mesmo de conceitos fundamentais comumente mal interpretados, os professores da Arco buscarão promover apresentações e atividades que suscitem conversas interessantes e educativas com as crianças, os jovens e os adultos interessados.

Para quem? Interessados de todas as idades.

Por quanto tempo? 1 semestre

Quando? Quartas das 19h às 21h (28/03, 25/4, 23/5, 27/6, 22/8, 26/9 e 24/10)

Quanto?   Contribuição Livre

Quem? Convidados e Mauro Pontes é assessor para o ensino de Ciências, professor de Ciências e de Tecnologia no Ensino Fundamental II do Colégio Equipe. Formado em Física pelo Instituto de Física de São Carlos-USP, mestre em Ciências pelo IFUSP e licenciado em Ciências pela USP. Começou a trabalhar com educação em 1999 e atuou como professor de Física, Matemática e Ciências em escolas públicas, privadas e cursinho popular.

valor que possibilita cobrir os custos das oficinas,  contribuir com a continuidade da Arco e viabilizar a participação de alunos que não possam arcar com o valor integral. Entre em contato.

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